
A Morte não tem paredes,
ela é seu próprio teto de estrelas cadentes,
nenhum olho aberto pode vê-la,
mas ela
está sempre presente
Vamos indo, sempre em frente,
um caminho, depois vários,
amores
amigos
vizinhos
vem e vão
pra todo lado.
Um universo forma-se ao redor,
este universo
é nossa história.
Nossos passos
nesse mundo
confundem-se
com as horas.
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Relógios marcam essa passagem,
relógios nos intimidam
com suas mensagens...
O Tempo passa,
Inevitável;
sua sombra lançada
sobre
nossos passos
na estrada.
Tic-tac
Tic-tac
Tic-tac
Os ponteiros nunca param
Enquanto a Morte
a distância
e o Tempo
nos separam
Será mesmo?
(Por Louis Alien & Edu Planchêz, em 24 de julho de 2011)
IRMão, só nos resta seguir
ResponderExcluirlegal!
ResponderExcluirSaudade das nossas parcerias! Abraços.
ResponderExcluirola, como estão as coisas.
ResponderExcluirEU passei um tempo sem postar só vivendo do ócio de refletindo, mas a gora to de volta. Dê lá uma passada no meu espeço, vou ficar lisongeado com a sua presença.
http://otaviomsilva.blogspot.com/
Forte abraço, F. Otávio M. SIlva
oi!!! por q meu outro comment não entrou? Essa hora da madruga, só muita saudade mesmo!!!
ResponderExcluirBeijo, amore!